Dois anos depois de ter enfrentado a criatura Godzilla pela primeira vez e ter entrado no estado de Minus One, os sobreviventes agora precisam mais uma vez do Kaiju, para combater uma ameaça que é a pior de todas!
Godzilla: Minus Zero chega nesta quinta-feira (05) nos cinemas brasileiros continuando os eventos de Minus One e mostrando como o Japão se reergueu após o confronto com Godzilla. Mas, quando uma criatura nova chega literalmente dos céus, os sobreviventes do primeiro incidente precisam se unir novamente ao Godzilla para deter Gidorah, um dragão que cospe fogo elétrico e que pode se evoluir a um estágio máximo de soberania, o que pode custar o fim da Terra.

Depois de Minus One, que tem uma história potente e verdadeira, o que lembra bastante a versão original do Godzilla de 54. E agora com Minus Zero, nós vemos os personagens preparados para enfrentar novas situações, que se agravam ainda mais com a vinda do Gidorah, que chega mais majestoso que o da Legendary. E tudo isso, é graças ao roteiro e a direção do Takashi Wamazaki, que segue na linha da releitura de O Rei dos Monstros dos Estados Unidos, só que dando foco para uma história sobre perda e reconstrução e que merece ser vista na sala IMAX. Mas ao mesmo tempo, o Takashi trabalha no desenvolvimento de alguns personagens, dando uma aprofundada melhor e deixando uma ponta solta para uma nova continuação, como é o caso do sobrevivente de Hiroshima, que vem com um arco de vingança e redenção.
Fora isso, na linguagem leiga que este critico tem, o filme tem boas cenas de luta entre os Kaijus, que tem mais uma vez seus visuais inspirados nos monstros da versão da Legendary, só que respeitando o conceito de evolução de poderes e ainda trazendo o conceito de que os humanos que entraram em contato com os poderes do God God, podem desenvolver poderes e mutações, um segredo que pode servir para os dois lados. O que juntando com o arco do personagem de vingança e redenção, abre margem para um terceiro filme onde o Japão e os Estados Unidos podem entrar em guerra.
Comparando os dois filmes, Minus Zero é melhor que o Minus One em termos de ação. Quanto aos termos de história, os dois Minus se saem bem e sem muitos clichês do cinema japonês.
Nota (De Leigo):






