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Central Critica O Diário de Pilar na Amazônia – O Brasil oferecendo diversão e aprendizagem para suas crianças

Não há criança ou pré-adolescente que não tenha visto ou lido alguma obra da escritora Flavia Lins e Silva. Afinal de contas, essa escritora carioca, nos entregou duas grandes perolas: Os Detetives do Prédio Azul e O Diário de Pilar, que agora invade as telasdos cinemas, só que não a partir do primeiro livro e sim do segundo, que tem um toque brasileiro.

Pra quem não conhece, a série O Diário de Pilar, conta as aventuras da garotinha Pilar pelo mundo, através de sua rede mágica transportadora. E quando ela chega nos lugares, ela faz novas amizades, descobre mais sobre a cultura do local que está visitando e tem que ajudar a cumprir uma missão com o apoio dos seus amigos. Já em O Diário de Pilar na Amazônia que está em cartaz nos cinemas, nós somos apresentados a Pilar, que numa visita ao seu avó, ela ganha uma rede amarela mágica, que anos depois, transporta ela, seu gato de estimação e seus amigos para a floresta Amazônica, onde eles tem que impedir uma rede de madeireiros, que quer acabar com a floresta.

Divulgação: Conspiração Filmes/Star Original Productions
Divulgação: Conspiração Filmes/Star Original Productions

Quando você ouve o nome Flavia Lins e Silva, imediatamente vem a mente DPA, que é o produto mais conhecido dela. Só que para esta nova geração e até para a antiga, os livros escritos pela Flávia tem um peso bem maior e o Diário de Pilar, é um desses exemplos clássicos, que muitos professores de história até usam de vez em quando em aulas para crianças. Pois pra quem não conhece, nessa saga literária, a garotinha Pilar viaja para vários lugares do mundo através da sua rede mágica e conhece tudo sobre a cultura e os costumes de cada país, além de realizar uma missão em prol do país em que está visitando. Só que como nos livros ela começa viajando pela Grécia, nos cinemas e com a urgência de educar as futuras gerações, foi-se decidido que iria adaptar-se o segundo livro da franquia, que é quando ela viaja para a Amazônia.

Sobre o roteiro que tem a mão da autora dos livros, ele consegue muito bem apresentar a franquia para uma nova geração que ainda não leu os livros e ainda ensina bastante sobre preservação ambiental e ainda faz duras criticas, mesmo sendo de um jeito leve, contra os garimpeiros e as grandes empresas que só pensam em desmatar florestas. Outro ponto positivo do filme, é o uso de efeitos especais, que mostra que o Brasil já está quase encostando nos filmes da Marvel. Faz tempo que eu não via os animais da Amazônia quase tão realistas como foi aquele grupo dos Golfinhos.

Divulgação: Conspiração Filmes/Star Original Productions

Sobre o elenco, a Lina Flor está linda e maravilhosa por sua atuação como Pilar e traz uma doçura na personagem, que ao mesmo tempo em que ela tem atitude, ela mostra um pouco de ingenuidade da personagem, que é completada pelo resto dos seus amigos, mostrando o verdadeiro espírito do trabalho em equipe. Já sobre o elenco adulto, Emílio Dantas está super engraçado como o grande capanga do vilão caricato do Marcelo Adnet, que parece que saiu do Sítio do Picapau Amarelo. Aposto que se tivesse a Cuca nesse filme, aí é que a festa estaria completa.

No fim, O Diário de Pilar na Amazônia é um filme que serve muito bem os fãs dos livros, assim como atiça também novos fãs. E num momento onde o Brasil está com todos os olhos do mundo virados para si, esse filme tem a sua importância.

NOTA:

Divulgação: Star Original Distribuiton/Disney Brasil
Divulgação: Conspiração Filmes/Star Original Productions

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