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Central Critica na CCXP – Com muitas mudanças e perrengues, será que a CCXP 24 valeu mesmo?

Uma década de Comic-Com Experience se passou e chegamos na edição de nº 10 da CCXP, que hoje já aconteceu nas cidade de Recife, Alemanha e México e também já aconteceu de forma virtual.

Imagem: CCXP e Globoplay

Mas, será que mesmo com boas atrações como Sarah Michelle Galler e Norman Reddus, a CCXP 24 se pagou? Para este que vos escreve, que já freqüenta esse evento desde 2015 e que está cobrindo pelo segundo ano consecutivo a Central na CCXP, afirma com todas as letras, que este ano foi bem fraco em relação aos anteriores. Mas não foi por causa dos perrengues e das falhas não. O grande problema da CCXP 24, foi a evolução dos estúdios de Hollywood em querer fazer a sua própria comic-con, assim como outros eventos desse porte surgindo por todo o Brasil. Exemplos como o Imagineland e a Geeked Week, que a cada ano mostram cada vez mais força, a CCXP, que assim como a San Diego Comic Con, começa a virar um evento só para fã, que nem mesmo está aproveitando.

Um bom reflexo disso, está na programação e nas filas para os painéis do dia seguinte no auditório Thunder, que normalmente costumam ficar muito cheias rapidamente. Mas este ano, o único dia que ficou cheio de verdade, foi o sábado, com pessoas já acampando desde a noite de quinta-feira. E a programação, que contava com grandes nomes de peso, precisou recorrer a Edgar Vivart, Vincent Martella, Misha Collins e um ator de Teen Wolf para encher a grade as pressas do inicio do evento.

Imagem: CCXP e Paramount Plus

Indo agora para os perrengues, vamos falar das mudanças com relação ao auditório Thunder, que tinha sua entrada própria até o ano passado e que neste ano, mudou completamente de lado e forçou os fãs a acessarem ele somente por dentro. Para muitos, isso foge do padrão de qualidade da CCXP, fora a falta de controle anti-ruido entre o Palco Thunder e o Palco Omelete, que para onde as estrelas vão. Outro pronto abusivo, foram os preços das lanchonetes e restaurantes, que extrapolam até mesmo os dos Aeroportos e o fraco cardápio da bomboniere do Thunder, que só servia pipoca sem sal e chips feita na Air Fryer.

Se a intenção é continuar no ano que vem, que seja com atrações que arrebentem a boca do balão. Eles tinham uma grande oportunidade com a Universal Pictures e não souberam aproveitar. Ou simplesmente, o estúdio pode não querer ter ido esse ano.

Imagem: CCXP e Paramount Pictures

Fato é, a CCXP precisa voltar pro seu padrão de qualidade de 2023, senão, as chances de afundar igual ao Titanic são imensas e é capaz dele terminar igual a E3, extinta antes dos 20 anos.

NOTA: 8,0

E você, o que achou da CCXP 24? Comenta aqui embaixo e acompanhe a Central do Entretenimento no Youtube e nas redes sociais.

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