A Nobreza do Amor promete vir com tudo em março, com uma história de amor potente, afro-brasileira e com toques de realeza. E como foi visto no trailer e na sinopse, a história será ambientada nos anos 1920, com arquiteturas imponentes e muitas fazendas de engenho de açúcar e café, para contar a história de amor da princesa Aika (Duda Santos) e do trabalhador rural Tonho (Ronald Sotto).
E para trazer essa realidade e também um pouco de inspiração na história de Duna, a Globitcho revelou novas imagens dos cenários da proxima novela das seis, que compõem o fictício reino africano de Batanga, que é onde a história de Duca Rachid, Elísio Lopes Jr e Julio Fischer começa. Todo o cenário foi gravado na cidade litorânea de Fortaleza de Santa Cruz da Barra, em Niteroi, onde teremos a coroação do Rei Caymen (Welket Bunguê) e da Rainha Niara (Erika Januza), a apresentação da Princesa Aika (Duda Santos) e o golpe do tirano Jandal (Lázaro Ramos), que se alia com os colonizadores portugueses para tomar o poder do reino e depois travar uma batalha pela independência do povo africano.




Além dessa cidade, outras fazendas, canaviais e pedreiras do Rio de Janeiro, também servirão de cenário para as gravações tanto no reino de Batanga, quanto na fictícia cidade de Barro Preto, que fica no interior do Rio Grande do Norte, que já teve cenas gravadas na primeira parte do processo de gravação. Ou seja, essas gravações no Rio de Janeiro, fazem parte da parte do processo. Gustavo Fernandez, o diretor artístico da novela, falou sobre as inspirações africanas para a construção, tanto de Batanga, quanto de Barro Preto.
“É a primeira vez que a TV Globo se aprofunda na representação da África dessa maneira, com uma narrativa inteira, rica em diversidade e pesquisa minuciosa. Cada detalhe, das roupas aos cenários, foi inspirado em referências reais, fruto de um trabalho cuidadoso. Já Barro Preto, nossa cidade brasileira, tem um visual ainda mais fabular do que Batanga. Não é sertão, nem litoral, a cidade está situada em uma falésia, isolada, criando um microcosmo único.”
E sobre o aprofundamento da teledramaturgia brasileira na cultura africana, os autores da novela falaram um pouco sobre a decisão de explorar a cultura afro-brasileira nas novelas e falar sobre diversidade e respeito ao próximo independente da cor da pele.
“Essa história vai construir uma ponte entre África e o Nordeste do Brasil, misturando culturas e realidades. É uma fábula sobre uma princesa preta, e isso, por si só, é muito significativo. Ela busca refúgio no Brasil quando seu pai, o rei Cayman II, sofre um golpe perpetrado por Jendal, seu primeiro-ministro e a família é condenada à morte. Nesse sentido, apesar de ser uma história que se passa em 1920, ela também aborda temas contemporâneos.” Duca Rachid
“Na trama, cada personagem vai ter um despertar e isso está conectado à construção e ao fortalecimento da nossa autoestima, tão negligenciada pela forma como a história do nosso país nos foi contada. Alika, por exemplo, descobre o amor verdadeiro, mas não abre mão de seu ideal, que é recuperar o trono de Batanga. Tonho desperta para a sua origem e sua missão, entendendo os limites impostos por sua cor.” Elísio Lopes Jr.
“É uma história que se passa em dois continentes, mas o que acontece numa arena, reverbera diretamente na outra e vice-versa. Uma história sobre as identificações entre Brasil e África. Sobre nossa herança africana. Nossa ideia é apresentar uma trama com uma grande variedade de histórias, cores e formatos, reforçando e celebrando essa conexão entre o continente africano, o Nordeste e o Brasil” Julio Fischer
A Nobreza do Amor se passa nos anos 1920 e conta a história de Aika, uma princesa que precisou sair as pressas de seu reino com sua mãe, depois que o tirano Jendal acabou com o seu pai e tomou o controle do Reino de Batanga. Refugiadas na cidade de Barro Preto no interior do Rio Grande do Norte, enquanto Niara pensa em uma forma de reconquistar o seu trono, Aika conhece e se apaixona por Tonho, um trabalhador humilde que sonha em dar uma vida melhor para o seu povo, que sofre com a pressão trabalhista e de péssimas condições, provocadas pelos senhores de engenho e pelos coronéis.
Escrita por Duca Rachid, Elísio Lopes Jr e Julio Fischer e com direção artística de Gustavo Fernandez, A Nobreza do Amor estreia 16 de Março no lugar de Êta Mundo Melhor. Comenta aqui embaixo e nas Redes do Entretenimento. Acompanhe a Central do Entretenimento também no Youtube.





