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Escancarada, Globo antecipa divulgação de Pantanal

Desde que assumiu a direção do gênero de dramaturgia da TV Globo, José Luiz Villamarim já tinha deixado claro que sua principal dedicação seria o remake de Pantanal e isso se mostrou no começo da divulgação de Um Lugar ao Sol, que teve suas imagens de personagens e história divulgados bem em cima da hora, assim como o teaser e as chamadas.

E agora, outro fato que comprova os planos de Villamarim, são a antecipação na divulgação da novela de Bruno Luperi, que teve sua sinopse e primeiras imagens divulgadas.

Uma história familiar marcada pelo amor e pela natureza, Pantanal tem esses dois elementos como pilares da trajetória da família de Joventino (Irandhir Santos), que se muda para a região pantaneira com o seu filho Zé Leôncio (Renato Góes/Marcos Palmeira). Durante sua passagem pelo Pantanal, Joventino aprendeu que se deve levar a vida nas mãos da natureza, que é a grande proprietária. E assim, nascia a lenda do peão que sabia domar os bois selvagens, mais conhecidos como Marruás. Por causa de sua fama, Joventino viajava em comitivas e depois de sua última, nunca mais voltou e deixou Zé Leôncio sozinho e a deriva. Cinco anos depois, Zé Leôncio está de passagem pelo Rio de Janeiro e lá, se apaixona por Madeleine (Bruna Linzmayer/Karine Teles). Juntos, os dois se mudam para o Pantanal onde nasce Jove (Jesuíta Barbosa). Porém, a passagem de Madeleine pela fazenda é um caos. Com saudade da vida urbana, do luxo da mansão de seus pais e com seu marido sempre em comitivas, Madeleine tem que conviver com Filó (Letícia Selles/Dira Paes), empregada da casa de quem não confia. Sem entender a relação de Zé com Filó, ela não sabe que os dois tiveram uma relação no passado, quando a empregada era prostituta. Cansada da vida no Pantanal e das mentiras de Leôncio, Madeleine foge da fazenda levando Jove ainda bebê e ele cresce longe das vistas do pai, que se viu incapaz de brigar pela guarda do filho. Mas mesmo distante, cumpre com suas obrigações legais e manda uma pensão, achando que fez o certo em ficar longe do filho, que cresce sob a mentira de que o pai está morto.

Vivendo tranquilamente sem saber de nada, Zé Leôncio encontra em Tadeu (José Loreto) o seu herdeiro, principalmente por ele seguir as tradições de sua família. Longe dos ouvidos da região, Todos ficam felizes por Tadeu ser filho de Zé Leôncio, mas esse segredo é mantido a sete chaves. Ou seja, da porta pra fora, Tadeu é apenas um serviçal de Zé Leôncio e isso o deixa muito triste e inconformado. Duas décadas depois, Jove descobre que seu pai está vivo e parte a sua procura. E é a partir desse encontro e de toda sua expectativa que começam os conflitos na família de Joventino. Mesmo querendo viver uma relação de pai e filho, Zé e Jove são separados por um abismo de diferenças culturais e comportamentais inaceitáveis aos olhos um do outro. Além disso, Jove tem que lidar com os ciúmes de Tadeu, que não se sente um filho legítimo de Leôncio. Um bastardo amado, mas não reconhecido. E para completar, um terceiro filho de Zé chega para disputar o coração do peão. José Lucas de Nada (Irandhir Santos), que fica encantado com os laços familiares que ali tem e que nunca teve.

Mesmo com todos os conflitos rolando na fazenda, Jove acaba conhecendo de maneira inusitada, Juma Marruá (Alanis Guillen), uma jovem de cara fechada. Filha de Maria e Gil (Juliana Paes e Enrique Diaz), ela nunca se aproxima do ‘bicho homem’, que para sua mãe, é a pior espécie que existe. Com espirito de onça, ninguém conseguiu se aproximar de Juma por causa de seu jeito marrento. E é esse jeito que encanta Jove e faz nascer um amor lindo, puro e natural. Mas as mesmas diferenças culturais que separam Jove de seu pai, afetam sua relação com Juma para a alegria de uns e a tristeza de outros.

Como a natureza é a grande protagonista, os seus mistérios também a acompanham. Toda a região do Pantanal é protegida pelo Velho do Rio (Osmar Prado), uma entidade que por hora assume a forma humana e o resto de seu tempo, assume a forma de uma Sucuri, a maior de todo o Pantanal. É através dele, que todas as espécies da região ficam protegidas de algumas ações do homem, que para ele é a pior espécie que existe. Além dele, o povo da região acredita que Maria Marruá se transforma em Onça para proteger sua família e não duvidariam se esse dom passasse para Juma. Além dessa pegada mais sobrenatural, Pantanal também terá outro elemento de 30 anos atrás, as rodas de Viola. E elas serão cantadas por Eugênio, Trindade e Tibério (Almir Sater, Gabriel Sater e Guito), que transitam por todos os núcleos da história.

O remake de Pantanal estreia dia 14 de março

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