Quando dois primos decidem participar de uma excursão pela Polônia, eles começam a enfrentar seus demônios pessoais e passam por uma louca jornada. Esse é o resumo de A Verdadeira Dor, filme que fez sua estreia no Festival do Rio 2024 e que é dirigido pelo ator Jesse Eisenberg, que também estrela a produção ao lado de Kieran Culking (Succession).

Em primeiro lugar, afirmo aqui que sou uma pessoa aberta a todos os tipos de comédia, desde que elas me façam rir. E no caso de A Verdadeira Dor, ela não me fez rir, por mais que tentasse diversas vezes. Com um roteiro que foca mais no drama e não se esforça em fazer as piadas certas, o que era pra ser uma comédia dramática, fica mais um drama com toques de comédia. A direção do Jesse Eisenberg não sabe para onde quer ir e fica mais no comodismo dos clichês básicos de direção e de algumas referencias, puxando até uma pequena referencia a cena do dedão do pé da Noiva no Kill Bill.

Já na parte da atuação, o Jesse manda super bem e entrega o drama necessário que o roteiro escrito por ele próprio pede. Agora, quem se destaca mais, é o Kieran Culking, que se esforça para entregar boas cenas cômicas, mas o roteiro não deixa. Mas, do lado dramático, ele dá um show de carisma e dá mais interesse do que o Jesse, que foca em fazer um personagem mais centrado, o total oposto do desajustado que é o Kieran.
No geral, A Verdadeira Dor foi um verdadeiro sofrimento, mas que no fundo, tenta transmitir que temos que uma hora ou outra, enfrentar nosso passado para poder seguir em frente.
NOTA: 6,0

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