Depois de uma dominação mal sucedida, a Universal Pictures deu mais uma chance para a franquia Jurassic e promoveu um recomeço para a franquia, com novos atores e uma história que continua o mesmo universo, só que agora, ele parte para um outro rumo. Será que essa decisão deu certo?
Em Jurassic World: Recomeço, os dinossauros começaram a morrer por não se adaptarem ao nosso clima. E os que restaram, se afugentaram em ilhas costeiras próximas a América Latina, por causa do clima quente. Uma empresa farmacêutica descobre a receita que pode curar todas as doenças cardíacas e prolongar a vida humana. Mas para isso, eles precisam coletar três amostras sanguíneas de dinossauros do mar, do ar e da terra e eles chamam o historiador e paleontólogo Henry Loomis (Jonathan Bailey), a segurança particular e ex-militar Zora (Scarlett Johanson) e o amigo dela, o barqueiro militar Duncan (Mahershala Ali).

Depois do fracasso retumbante de Domínio, esse filme tinha a chance de recomeçar tudo, mas no final, acabou se tornando só mais um filme de dinossauros que recomeça a franquia em poucos detalhes e está mais focado em homenagear o primeiro Jurassic Park de certa forma, trazendo aquilo que o diretor vinha prometendo em entrevistas, o espirito do primeiro filme da franquia e isso está impresso em Recomeço. Primeiramente que o roteiro é escrito pelo David Koepp, que foi um dos responsáveis pelo roteiro do primeiro Jurassic Park, então ele sabia exatamente o que trazer do primeiro filme para este na hora de construir uma cena de tensão, uma cena de emoção envolvendo os dinos e a amizade entre o trio protagonista, que é composto por um arqueólogo, uma ex-militar e um especialista em deslocamentos ocultos. Depois de Resistência, eu não imaginava qual seria o próximo projeto de Gareth Edwards, e aqui na franquia Jurassic, ele mostra que sabe fazer muito bem sequencias de suspense, mas na real, ele está mais no automático do que outra coisa.

O elenco se esforça para tirar algum leite de pedra desse roteiro morno e dentre o trio protagonista, quem se destaca mais é a Scarlett Johanson e o Jonathan Bailey, que aproveitaram essa aventura a cada minuto. Agora, sobre a família latina, onde tem um arco de um personagem babaca que se redime depois de enfrentar os dinos, essa pra mim, foi a parte que eu não consegui engolir. Mas enfim, se é pra enfiar a cota criança e jovem da franquia, que seja feito como eram com os meninos jovens do Jurassic World, não enfiando uma família a bordo de um navio e fica por isso mesmo.
Jurassic World: Recomeço é a prova viva de uma fala do próprio empresário malvado do filme, de que a Universal vai usar esses dinos até cansar. Ainda tem muito suco pra sair do bagaço dessa laranja. Tanto é que essa foi uma das criticas mais curtas que a Central já fez e que demorou para sair.

NOTA:

Concordam ou discordam desta crítica? Comenta aqui embaixo e nas Redes do Entretenimento. Acompanhe a Central do Entretenimento também no Youtube.





