
Olá Olá frequentadores da central! Como sempre, a rainha Netflix gosta de prepara bons filmes para os seus assinantes. Alguns são bons e vão para as premiações, uns caem nas graças do público e outros nem tanto. Agora, quando se trata de ação, a dona dos streamings sempre sabe fazer boas sequencias de pancadaria.
E Resgate, seu mais recente filme, entrou no catálogo no meio do primeiro semestre do ano passado, quando a pandemia ainda estava no começo. Estrelado por Chris Hermsworth, o longa conta a história de um mercenário do mercado negro, que luta para sobreviver na missão de resgatar o filho do chefe de uma quadrilha internacional.
Roteirizada por um dos irmãos russo e produzida pelos dois, essa missão já foi conferida e agora será criticada.

No mundo de hoje, lugares mulçumanos e indianos, costumam ser sempre palco de guerras por poder e território, a passagem do Estado Islâmico pela história mundial que nunca será esquecida e a cena inicial de Órfãos da Terra, que mostrava a realidade dos países pobres. Por ser um filme onde toda áurea militar está presente, a escolha de usar o centro de Bangladesh como cenário de toda a história de Resgate, dá ao longa, o tom de ação que consegue envolver em algumas das cenas de luta que são bem coreografadas por sinal e ainda ganham um plus com a direção do Sam Hargrave, que a todo o momento, acompanhava os protagonistas pelos prédios de Banglaladesh.
O roteiro escrito pelo Joe Russo, tem pequenos problemas, mas consegue tratar a mensagem de união entre pai e filho e ainda deixa uma perguntinha no final. Afinal, aquele observando o Ovj na piscina era o Tyler ou não? Então foi uma boa sacada de um dos diretores de Vingadores 4: Ultimato.

Chris Hermsworth está fazendo o que sempre faz, ser um cara fodão que gosta de uma boa briga, mas ao mesmo tempo, ele dá um ar humano ao Tyler nos momentos em que ele se lembra do passado, que é o que o conecta ao garoto. Inclusive, o elenco indiano dá o seu melhor, mostrando que a arte é uma mistura de línguas, religião, culturas e muito mais.
Eita, quase me esqueci do David Harbour! Aliáis, alguém se lembra dele nesse filme? Pois eu não me lembro.
Resgate é que nem Monster Hunter, um filme de ação para desligar a cabeça por duas horas. Mas, ao contrário de Power, onde as explicações se sobressaem mais do que a ação, este aqui consegue equilibrar as duas coisas e as lutas são mais envolventes, deixando o filme mais empolgante.
NOTA: 8,0
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