Uma das principais missões do audiovisual, é defender causas importantes e debater temas que a sociedade muitas vezes não discute. E graças ao audiovisual, que hoje muitos temas viraram até lei, como a Maria da Penha, a criação do estatuto do idoso e o relacionamenro homoafetivo, graças a Mulheres Apaixonadas, que abordou a violência contra os idosos e contra a mulher e também a homofobia, três assuntos que são relevantes até hoje.
Mas no mundo de hoje em dia, com cada vez mais pessoas se assumindo LGBT ou sendo, e não tendo a coragem de se assumir, o audiovisual está tornando 2026, o ano da aceitação dos casais LGBTQUIA+ por grande parte do publico, que desde o ano passado, finalmente está compreendendo que casais homoafetivos, também podem ter os mesmos direitos, deveres e dilemas aos quais enfrentar, sempre com um final feliz. E em 2026, a consagração definitiva de que toda forma de amor é válida, veio através de dois casais que, embora sejam de países distintos, ainda se complementam, não só por ter uma grande fã base, mas também por trazer camadas e um carinho mutuo, que fazem o publico entende-los e abraça-los:

PROPOSTAS DIFERENTES, MESMO OBJETIVO
Mas o que fez o Brasil e o mundo abraçar esses dois casais de obras tão distintas, a ponto deles serem referência daqui pra frente para todos os futuros casais LGBT, seja do cinema, das séries ou das novelas? Resposta simples, boa parte das pessoas, já está cansada de um casal hetero normal seguindo o mesmo padrão de história. Hoje em dia, muitas pessoas, principalmente mulheres, querem e torcem muito para casais homoafetivos, porque segundo o que foi apurado pelo Deadline numa matéria especial e dito até pelos astros de Heated Rivalry, Connor Storrie e Hudson Williams em várias entrevistas, as mulheres não querem mais saber de narrativas tradicionais e querem ver homens e mulheres que se apaixonam por pessoas do mesmo sexo, demonstrarem esses sentimentos que um casal hetero normalmente mostraria.
Inclusive, essa declaração feita pela dupla Hudcon, foi reafirmada com outras palavras, pelo autor de Três Graças, Virgilio Silva, numa entrevista a Associação Brasileira de Roteiristas, sobre o sucesso do casal Loquinha, que chegou a ganhar até uma novela vertical (Novela para celular), onde o casal pode trabalhar melhor as nunaces e drs que não apareciam na trama que ia para a TV aberta. Além do mais, cada casal trouxe uma proposta diferente, onde o Shane e o Ilya tratam da desconstrução da masculinidade e da homofobia interna dentro e fora do esporte, enquanto Lorena e Juquinha seguem pelo caminho do amor tradicional, com todos os clichês possiveis. Mas no final, o objetivo dos dois é um só: Mostrar que o amor queer é normal e que vale a pena viver e lutar por ele.
Desde que o publico, que já tinha aceitado o beijo de Félix (Matheus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) em Amor á Vida (2014) e se apegou ao casal Kelvin (Diego Martins) e Ramiro (Amaury Lorenzo) de Terra e Paixão (2024), ficou claro que agora, a sociedade está aceitando melhor o afeto LGBT, embora ainda tenha muita gente e até países que recriminam ser quem você é e chegam até a naturalizar a homofobia, pratica que é considerada crime no Brasil, com direito á até 5 anos de prisão e multa, segundo a lei anti-racismo do Tribunal Superior Federal Brasileiro. Então, quando o apoio a um casal sai dos fandons, como é o caso do Alex (Taylor Zackhar Perez) e do Henry (Nicholas Galitzine) e Charlie (Joe Locke) e do Nick (Kit Connor) por exemplo, e começa a ganhar as massas, como Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovski) e Heated Rivalry (Rivalidade Ardente), é o começo de um novo tempo para a comunidade LGBTQUIA+, que embora ainda tenha muito chão e preconceito para lutar pela frente, só o fato de ter uma troca de carinho e um beijo romântico naturalizado na TV aberta e no mundo todo através do streaming, já uma vitória imensa até pra o que vem por aí. Não é, Felicaio (Felipe (Miguel Lallo) e Caio (Diego Lira) – Quinze Dias)?
Se você testemunhar qualquer tentativa de preconceito, seja ele homofobia, transfobia, xenofobia, racismo e até misogenia, ligue para o Disque 100 (Direitos Humanos) ou para o Disque Denuncia 190 (em casos de emergência), para que todas as devidas providencias sejam tomadas.
Ainda há tempo de um dia, todos viverem em harmonia, celebrando o amor e sem nenhum tipo de violência. Comenta aqui embaixo e nas Redes do Entretenimento. Acompanhe a Central do Entretenimento também no Youtube.





